Presidente da Câmara Municipal solicita adoção de suporte padronizado no município
O presidente da Câmara Municipal, Marquinho de Abreu, solicitou que a Secretaria Municipal de Saúde passe a adotar protocolo específico de atendimento aos pacientes com suspeita de coronavírus.
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O pedido do parlamentar foi formalizado pelo requerimento 776/20, presente na pauta da sessão ordinária da noite de segunda-feira, 20, por SDR (sistema de deliberação remota), e aprovado por unanimidade.
Conforme Abreu, sem um protocolo específico para atendimento dos pacientes com suspeita da doença, atualmente, os médicos têm o direito de prescrever medicações e indicar tratamentos da forma que acharem necessária.
Ele argumenta que, com a adoção de um protocolo, os médicos realizariam atendimento padronizado, podendo, inclusive, prescrever medicamentos disponíveis na rede básica de saúde. “Há cidades que já possuem um protocolo de atendimento”, apontou Abreu.
Pandemia
A pandemia esteve presente em metade dos documentos apresentados na pauta da sessão ordinária. Ao todo, a reunião parlamentar aprovou 115 matérias, sendo 12 indicações, 51 requerimentos e 52 moções.
A exemplo da sessão anterior, os profissionais da área de saúde foram homenageados em dezenas de moções, protocoladas por Abreu, Alexandre de Jesus Bossolan, Alexandre Grandino Teles e Wladmir Faustino Saporito (todos do PSDB) e Jairo Martins (PSD).
Extraordinária
Na mesma noite, os vereadores foram convocados para uma sessão extraordinária, na qual acataram um projeto de lei, encaminhado pelo Executivo, e cinco requerimentos.
O PL 19/20 acrescenta um artigo na lei municipal 5.458, de 4 de junho de 2020, que autorizou a doação de dois terrenos, na rua Josué Cassemiro, no bairro alto da Santa Cruz, à CDHU (Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano do Estado de São Paulo).
A lei municipal determina que os lotes sejam utilizados exclusivamente à implementação de um projeto habitacional de interesse social, em 24 meses. No entanto, o PL retira o prazo. Segundo a justificativa do documento, a CDHU não trabalha com prazo limite para execução de obras.
Fonte: Jornal O Progresso de Tatuí.

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