Em sessão ordinária realizada pelo SDR (sistema de deliberação remota), na noite de segunda-feira, 6, o presidente da Câmara Municipal, Antonio Marcos de Abreu (PSDB), voltou a pedir o tombamento da capela da Santa Casa de Misericórdia.
Há cerca de um ano, o parlamentar apresenta requerimentos à prefeitura e a conselhos municipais para que a capela receba o reconhecimento, por meio de decreto municipal, de patrimônio histórico, cultural e religioso de Tatuí.
Desde a construção, há cerca de quatro décadas, a capela é utilizada pela população que passam pelo hospital. A atual Paróquia Sagrada Família foi originada a partir da capela, desenvolvendo atividades como celebrações, missas, batizados, casamentos, catequese de crianças e adultos e reuniões de pastorais.
A capela é administrada pela Família Vicentina de Tatuí, por meio de conselhos particulares. Ao longo dos anos, a entidade promoveu diversas campanhas para revitalização e manutenção do local, com auxílio de inúmeros benfeitores.
Conforme Abreu, “a capela é um símbolo cultural e religioso do município e que resgata a fé cristã do povo honroso, religioso e trabalhador”.
“O tombamento da capela da Santa Casa e sua preservação histórica, cultural e religiosa é uma aspiração de todos nós, tatuianos”, reforçou.
Nesta semana, Abreu protocolou os requerimentos 679 e 680/20, endereçados à prefeitura e ao Comtur (Conselho Municipal de Turismo). Ao Executivo, ele pede informações sobre o andamento do processo de tombamento e cobra respostas ao conselho.
De acordo com o presidente, ele havia protocolado o requerimento 430/20, no dia 16 de março, mas não obteve resposta. Segundo ele, o Condephaat (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico) emitiu parecer favorável ao tombamento e aguarda posição do Comtur.
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